O Senhor Onipotente Jesus Cristo Yeshua O Salvador

O Senhor Onipotente Jesus Cristo Yeshua O Salvador
O Rei do Universo Infinito Yeshua Jesus Cristo O Filho Unigênito do Altíssimo

** Jerusalém **

A Capital Mundial da Fé

Jerusalém Tem Jeito Jesus Cristo

Jerusalém Tem Jeito Jesus Cristo
Jerusalém Has A Way Jesus Christ Slogan da Campanha da Fraternidade 2012/2013

Jerusalém - Por Quem Dobram os Sinos

Jerusalém - Conflito de Gerações

Êxodos II - Somos o Povo de Israel

Jesus A Dádiva Maior do Criador Yahweh

Jesus A Dádiva Maior do Criador Yahweh
O Sagrado Coração de Jesus Que A Todos Conduz Yeshua O Salvador

Ele Virá e Todos Verão Sua Gloriosa Vinda

Ele Virá e Todos Verão Sua Gloriosa Vinda
O Sagrado Coração de Jesus Que A Todos Conduz

A Cruz Sagrada de Jesus

A Cruz Sagrada de Jesus
ORei do Universo Infinito

Jerusalém A Santa Cidade

Jerusalém A Santa Cidade
A Santa Cidade Capital Mundial da Fé

Jerusalém A Cidade Sagrada

Jerusalém A Cidade Sagrada

Jerusalém Tem Jeito Jesus Cristo

Jerusalém Tem Jeito Jesus Cristo

Jesus Cristo A Dádiva Maior



Jesus A Dádiva Maior do Altíssimo






“Ao terceiro dia" (de Sua morte), Jesus Ressuscitou para uma Vida Nova. Sua alma e seu corpo Plenamente Transfigurados com a Glória de Sua Pessoa Divina, Voltaram a Se Unir. A alma assumiu de novo o corpo e a Glória de Sua Alma Se Comunicou Totalmente ao Corpo. Por este motivo, “A Ressurreição de Cristo não foi um Regresso à vida terrena. O Seu Corpo Ressuscitado é Aquele que Foi Crucificado e apresenta os Vestígios da Sua Paixão, mas é doravante participante da Vida Divina com as Propriedades dum Corpo Glorioso".

A Ressurreição do Senhor é Fundamento de Nossa Fé, pois atesta de modo incontestável que Deus interferiu na história humana para Salvar os homens. E garante a Verdade do que prega a Igreja sobre Deus, sobre a Divindade de Cristo e a Salvação dos homens. Pelo contrário, como diz Paulo, “Se Cristo não Ressuscitou, vã é nossa Fé" (1 Cor 15, 17). Os Apóstolos não podiam enganar-se nem ter inventado a Ressurreição. Em primeiro lugar, se o Sepulcro de Cristo não estivesse vazio, não poderiam ter falado da Ressurreição de Jesus; além disso, se o Senhor não lhes tivesse aparecido, em várias ocasiões e a numerosos grupos de pessoas, homens e mulheres, muitos dos discípulos de Cristo não teriam podido aceitá-la, como ocorreu inicialmente com o apóstolo Tomé.

 Muito menos teriam podido eles dar sua vida por uma mentira. Como diz Paulo: “E Se Cristo Não Tivesse Ressuscitado seríamos convencidos de ser falsas testemunhas de Deus, por termos dado Testemunho Contra Deus, afirmando que Ele Ressuscitou a Cristo, Ao Qual Não Ressuscitou" (1 Cor 15, 14.15). E quando as autoridades judias queriam silenciar a Pregação do Evangelho, Pedro respondeu: “Há Que Obedecer a Deus antes que aos homens. O Deus de nossos pais Ressuscitou a Jesus a Quem vós destes a morte, suspendendo-O num madeiro. Nós Somos Testemunhos Destas Coisas" ( At 5, 29-30.32).

Além de ser um evento histórico, verificado e testemunhado mediante sinais e testemunhos, a Ressurreição de Cristo é um Acontecimento Transcendente Porque “Ultrapassa a História Como Mistério da Fé, enquanto implica a entrada da humanidade de Cristo na Glória de Deus" . Por este motivo, Jesus Ressuscitado, embora Possuindo Uma verdadeira identidade físico-corpórea, não está submetido às leis físicas terrenas, e se sujeita a elas só enquanto o deseja: “Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer aos seus discípulos como Ele quer, onde Ele quer e sob aspectos diversos". A Ressurreição de Cristo é um Mistério de Salvação. Mostra a Bondade e o Amor de Deus, que recompensa a humilhação de Seu Filho, e que emprega Sua Onipotência para encher de Vida os homens.

Jesus Ressuscitado Possui, Em Sua Humanidade, a Plenitude da Vida Divina, para Comunicá-la aos homens. “O Ressuscitado, Vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa Justificação e da nossa Ressurreição: a partir de agora, Ele garante-nos a Graça da Adoção Filial que é a participação Real na Sua Vida de Filho Unigênito; depois, no final dos tempos, Ele Ressuscitará o nosso corpo" . Cristo é o Primogênito entre os mortos e todos Ressuscitaremos Por Ele e n’Ele.


Como “Cordeiro de Deus” Jesus não tinha defeito, sendo, sem dúvida, um homem de Boa Aparência. (João 1:29; Hebreus 7:26) E, com certeza, não estampava , sempre aquele Ar Melancólico que lhe atribui a arte popular. É verdade que Jesus passou por muitos eventos estressantes, mas, na sua disposição geral, ele espelhou com Perfeição Seu Pai, o “Deus Feliz”. 1 Timóteo 1:11; Lucas 10:21; Hebreus 1:3.



A Aparência Física de Jesus
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Por Que Deus Amou o Mundo de Tal Maneira ...


* Que deu O Seu Filho Unigênito Para Morrer
Numa Cruz e Lavar Com Seu Sangue Puro e Sagrado, Todos os Pecados do Mundo e dos Homens Também *




*** Jerusalém Vídeo Musical ***

** City of  David - Jerusalem - Cidade de Davi *
*** Mais de 3.000 Anos de Historia. ***


Amados, superem seus conflitos emocionais com o poder da Palavra de Deus! "Aquele que Vive no Abrigo do Altíssimo e Descansa à Sombra do Todo-Poderoso Desfrutará de Sua Proteção." Salmos 91:1. O abrigo do Altíssimo pode ser o lugar secreto para onde fugimos quando nos sentimos machucados, oprimidos ou sem forças ou o lugar onde vivemos e permanecemos tendo alívio e restauração mesmo quando somos machucados, maltratados ou perseguidos. Quando passamos por grande necessidade e pensamos que não vamos agüentar, estamos n'Ele e d'Ele vem a Nossa Força.





Jerusalém A Santa Cidade de Yeshua Jesus Cristo


A Cidade Sagrada de Jerusalém possui cerca de 3 mil anos de história e é o centro espiritual das três principais religiões monoteístas: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo. Possui numerosos pontos históricos e vários santuários. A cidade recebe peregrinos de todo o mundo. A antiga Palestina foi colônia britânica até 1948, quando uma resolução da ONU determinou o seu desmembramento em dois estados independentes: Israel (judaico) e Palestina (muçulmano e com um território menor que o da antiga Palestina).

Nesta Resolução Jerusalém foi declarada uma Cidade Internacional. Com a saída das tropas britânicas, Israel e Palestina entraram em guerra. Os israelenses foram vencedores, mas batalhas e movimentos terroristas se seguem até hoje pela libertação da Palestina. Desde 1967 Jerusalém é completamente dominada pelo Estado de Israel.






* Jerusalém A Santa Cidade Home *
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City of David - Jerusalem - Cidade de Davi *
*** Mais de 3.000 Anos de Historia. ***

A Fé Essênia e Melquisedec Rei e Sacerdote de Salem


Os Pilares da Fé Essênia
Os Essênios tinham na sua fé os seguintes elementos principais, que eram o pilar das suas crenças:
1 – A pureza, tanto de caráter quanto cerimonial, devido à alta importância da missão que lhes tinha sido confiada;
2 – A sua missão, como filhos de Tsadok, detentores da ordem de Malki-Tsedek, de preservarem a verdade para Yisra’el, especialmente para o fim dos tempos;
3 – A espera do retorno de Malki-Tsedek, tido por eles como o próprio Elohim, que lhes levaria a uma batalha final contra as forças de Beli’al.
4 – A correta observância da Torá e dos Moadim;
5 – O serviço a YHWH auxiliados pelos anjos;
6 – A batalha espiritual contra os espíritos malignos;


7. A Ordem de Melquisedec e as formas iniciáticas originárias
Na epístola aos Hebreus do Novo Testamento estabelece-se uma Analogia entre Melquisedec, Rei de Salem, e Cristo, Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedec (Hebreus 5, 6; 5, 10; 6, 20; 7, 11; 7, 17). O Nome Melquisedec é formado por duas Palavras hebraicas, Maleki Tsedeq, que significam «Rei de Justiça», ou «O Meu Rei é Justiça». Por sua vez Salem significa «Paz»; portanto, a Ordem de Melquisedec é a Ordem da Justiça e da Paz, e como Melquisedec Era Simultaneamente Rei e Sacerdote, eis-nos perante uma época recuadíssima em que ainda se não havia criado a fractura entre ,OPoder Real (Associado ao Fogo) e O Poder Sacerdotal (Associado à Água). 



Veremos mais adiante que ambos esses Poderes, Real e Sacerdotal, São Sagrados, em oposição aos poderes e actos profanos. Conforme nos relata o livro do Génesis, Melquisedec é a primeira figura bíblica dos tempos patriarcais a fazer um Sacrifício não sangrento, de Pão e Vinho, em antecipação Tipológica da Eucaristia Crística e ao arrepio do antigo costume dos sacrifícios de carne e sangue comuns a diversas formas de religião: «Melquisedec, Rei de Salem e Sacerdote do Deus Altíssimo [hebr. El-Elyôn], mandou trazer Pão e Vinho, e Abençoou Abrão dizendo: Bendito Seja Abrão Pelo Deus Altíssimo que Criou o Céu e a Terra! Bendito Seja O Deus Altíssimo que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo» (Gênesis 14, 18-20).


Vejamos, entre parênteses, que nesta época o Famoso Patriarca ainda se Chamava Abrão, que quer dizer (Pai Elevado). Só Depois de Yahweh Ter Multiplicado a Sua Descendência Passou a Chamar-se Abraão, que significa Pai Duma Multidão. Por outro lado, o Derramamento Sacrificial do Vinho em Vez do Derramamento Sacrificial do Sangue é Altamente Significativo do Ponto de Vista alquímico: a tal união ancestral de Água e Fogo, ou seja, do Poder Sacerdotal e do Poder Real, fracturada em determinado momento histórico e novamente Reinstaurada com o Advento de Cristo, Rei e Sacerdote, é-nos dada precisamente pelo alcoólico vinho, síntese alquímica de água e fogo, tal como o Sangue, Sede do Espírito, é Uma Essência Relacionada Com o Fogo. Relembremos a Afirmação de João o Baptista Referindo-se a Jesus: «Eu batizo-vos Com Água, mas Aquele que Vem Depois de Mim Batizar-vos-á Com o Fogo do Espírito Santo» (Mateus 3, 11). Durante todo o longo, lento e penoso período da separação dos dois poderes, ou das duas linhagens, A Linhagem Real e a Linhagem Sacerdotal, as Iniciações assumiram — ou tiveram de assumir — determinadas formas e determinados padrões, de acordo com as épocas e as tradições esotéricas ou para-esotéricas onde se inserem e onde operam.

JC Cosmologia Channel


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A Palavra do Senhor "A Bíblia"


O Cristão deve Conhecer as Doutrinas Bíblicas porque Elas Devem Ser Obedecidas. Como Então o Cristão Poderá Obedecer às Doutrinas Bíblicas se ele não tiver
O Conhecimento das mesmas? Não há como! Quando Jesus Transmitiu ao Povo e aos Seus Discípulos os Seus Ensinamentos, Ele Queria Não Apenas que Eles Conhecessem, mas que Acima de Tudo, Praticassem Tudo Aquilo Que Ensinou (Mt 7:24-27; Jo 14:21-14).
Antes de Jesus Ascender aos Céus, Ele deu aos Seus
Discípulos algumas Incumbências que estão Incluídas
na “Grande Comissão”, e entre elas estava a
Incumbência de Ensinar os Futuros Seguidores a
Obedecerem aos Seus Mandamentos (Mt 28:20).
Paulo também tinha uma preocupação de que os Seus
Seguidores Praticassem todos os Seus Ensinamentos,
porque para ele, a atitude de obedecer aos seus
Ensinamentos seria uma Evidência Clara de que eles
estavam Livres do pecado e Servindo a Deus (Rm 6:17).

O Cristão deve Conhecer ‘As Doutrinas Bíblicas’
porque Elas Desenvolvem a Maturidade Espiritual
(Cl 1:26-28). Descobrimos no texto acima que o principal objetivo do apóstolo Paulo, de Anunciar,
Advertir e Ensinar a todos os homens a Respeito de
Cristo,  era de Aperfeiçoá-los em Cristo, ou Seja,
Levá-los a um Amadurecimento Espiritual. Ao ler Hb 5:11-14, nós vamos entender que a doutrina
era Ministrada Pelos Mestres Para Produzir Maturidade Espiritual.
Fica notório neste texto que os Cristãos que não absorviam os Ensinamentos de Cristo Eram Considerados, Pelo Autor Desta
Epístola, imaturos espiritualmente falando.
 
Aprendemos com estes dois Textos Bíblicos que a
Maturidade Espiritual não é Alcançada pelo tempo
que nós temos em uma igreja, mas Sim Pelo
Conhecimento Que Possuímos das Doutrinas e Pela Capacidade de Praticá-las. Existem muitas pessoas que tem muito tempo que freqüentam uma igreja, todavia elas não tiveram um Desenvolvimento Espiritual porque não absorveram aquilo que Foi Ensinado Pelo Pastor, de modo que não Colocam em Prática as Doutrinas Bíblicas.

Se Você Quer Crescer Espiritualmente, é Imprescindível O Conhecimento das Doutrinas Bíblicas. Os Cristãos Devem Conhecer ‘As Doutrinas Bíblicas’  Porque Elas os Protegem dos erros e das heresias (Mt 22:29; Rm 16:17; II Jo 9).


*** Jerusalém - A Cidade Santa ***


*** Jerusalém * A Cidade Santa * A Cidade Milenar *
*** A Capital Mundial da Fé ***

*** Jerusalém Por Quem Dobram os Sinos ***
*** JC Band Música Instrumental ***

*** História de Jerusalém ***


*** Vista de Jerusalém do Vale de David ***
*** História de Jerusalém ***
Cerâmicas indicam a ocupação de Ophel, dentro da atual Jerusalém, desde a Idade do Cobre, ao redor do Quarto milênio a.C., com evidências de assentamentos permanentes durante o começo da Idade do Bronze, 3000-2800 a.C. Os Textos de Execração (c. do século XIX AC), que se referem a uma cidade chamada Roshlamem ou Rosh-ramen e as Cartas de Amarna (c. século XIV a.C.) podem ser os primeiros a falar da cidade. Alguns arqueólogos, incluindo Kathleen Kenyon, acreditam que Jerusalém como cidade foi fundada pelos povos Semitas ocidentais com assentamentos organizados em cerca de 2600 a.C.. Segundo a tradição judaica, a cidade foi fundada por Shem e Eber, antepassados de Abraão. Nos contos bíblicos, Jerusalém era uma cidade Jebusita até o século X a.C., quando Davi conquistou-a e fez dela a capital do Reino Unido de Israel e Judá (c. 1000s a.C.).Recentes escavações de uma grande estrutura de pedra são interpretadas por alguns arqueólogos como crédito à narrativa bíblica.
Períodos Templários
O rei Davi reinou até 970 a.C. Ele foi sucedido pelo seu filho Salomão, que construiu o Templo Sagrado no Monte Moriá. O Templo de Salomão (mais tarde conhecido como o Primeiro Templo), passou a desempenhar um papel central na história judaica como o lugar onde estava guardada a Arca da Aliança. Ao longo de mais de 600 anos, até à conquista babilônia, em 587 a.C., Jerusalém foi a capital política e religiosa dos judeus. Este período é conhecido na história como o Período do Primeiro Templo. Após a morte de Salomão (c. 930 a.C.), as dez tribos do norte se uniram para formar o Reino de Israel. Sob a liderança da Casa de David e Salomão, Jerusalém continuou a ser a capital do Reino de Judá.

*** A Maravilhosa Jerusalém ***


*** História de Jerusalém ***

Quando a Assíria conquistou o Reino de Israel, em 722 a.C., Jerusalém foi fortalecida por um grande afluxo de refugiados provenientes do norte do reino. O Primeiro Período Templario acabou em cerca de 586 a.C., quando os Babilônios conquistaram Judá e Jerusalém, e devastaram o Templo de Salomão.[37] Em 538 a.C., após cinquenta anos do exílio na Babilônia, o rei persa Círio o Grande convidou os judeus a regressarem à Judá e Jerusalém e reconstruirem o Templo. A construção do Segundo Templo de Salomão foi concluído em 516 a.C., durante o reinado de Dario o Grande, setenta anos depois da destruição do Primeiro Templo.[38][39] Jerusalém retomou o seu papel de capital de Judá e centro de culto judaico. Quando o comandante grego Alexandre o Grande conquistou o império persa, Jerusalém e Judéia caíram sob controle grego, e em seguida sob a dinastia ptolomaica sob Ptolomeu I. Em 198 a.C., Ptolomeu V perdeu Jerusalém e a Judéia para o Selêucidas sob Antíoco III. A tentativa Selêucida de retomar Jerusalém do dominio grego teve sucesso em 168 a.C. com a bem sucedida revolta macabéia de Matatias, o Sumo Sacerdote e os seus cinco filhos contra Antíoco Epifanes, e a criação do Reino Hasmoneus em 152 a.C., novamente com Jerusalém como capital.

Guerras Romano-Judaicas
Cerco romano e a destruição de Jerusalém (David Roberts, 1850)Conforme o Império Romano se tornou mais forte, ele colocou Herodes como um rei cliente. Herodes o Grande, como ele era conhecido, dedicou-se a desenvolver e embelezar a cidade. Ele construiu muralhas, torres e palácios, e expandiu o Templo do Monte, reforçou o pátio com blocos de pedra pesando até cem toneladas. Sob Herodes, a área do Templo do Monte dobrou de tamanho. Em 6 CE, a cidade, assim como grande parte da região ao redor, entrou sob controle direto dos romanos como na Judéia[43] Herodes e seus descendentes até Agripa II permaneceram reis-clientes da Judéia até 96 d.C. O domínio romano sobre Jerusalém e região começou a ser contestada a partir da primeira guerra judaico-romana, a Grande revolta judaica, que resultou na destruição do Segundo Templo em 70 d.C. Em 130 d.C. Adriano romanizou a cidade, e ela foi renomeada para Aelia Capitolina. Jerusalém, mais uma vez serviu como a capital da Judéia durante o período de três anos da revolta conhecida como a Revolta de Bar Kokhba. Os romanos conseguiram recapturar a cidade em 135 d.C. e como uma medida punitiva Adriano proibiu os judeus de entrarem nela. Adriano rebatizou toda a Judéia de Síria Palaestina numa tentativa de des-judaizar o país.[45][46] A proibição sobre os judeus entraram em Aelia Capitolina continuou até o século IV d.C.
Nos cinco séculos seguintes à revolta de Bar Kokhba, a cidade permaneceu sob domínio romano, até cair sob domínio bizantino. Durante o século IV, o Imperador romano Constantino I construiu partes católicas em Jerusalém, como a Igreja do Santo Sepulcro. Jerusalém atingiu o pico em tamanho e população no final do Segundo Período Templário: A cidade se estendia por dois quilômetros quadrados e tinha uma população de 200 mil pessoas. A partir de Constantino até o século VII, os judeus foram proibidos em Jerusalém.


 Guerras Romano-persas
No período de algumas décadas, Jerusalém trocou de mãos entre persas e romanos, até voltar à mão dos romanos mais uma vez. Depois, do avanço do comandante Sassânida Khosrau II no início do século VII sobre os domínios bizantinos, avançando através da Síria, os generais Sassânidas Shahrbaraz e Shahin atacaram a cidade de Jerusalém (persa: dej Houdkh), então controlada pelos bizantinos.
Na Destruição de Jerusalém em 614, após passarem 21 dias cercando a cidade, Jerusalém foi capturada dos persas e isso resultou na anexação territorial de Jerusalém. Depois que o exército Sassânida entrou em Jerusalém, a sagrada "Vera Cruz" foi roubada e enviada de volta para a capital sassânida como uma relíquia sagrada da guerra. A cidade conquistada e a Santa Cruz, permaneceriam nas mãos dos Sassânidas por mais quinze anos, até o Imperador Bizantino Heráclio recuperá-la em 629.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jerusal%C3%A9m

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Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador

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The Holy City - A Cidade de Deus (with Trumpet Obbligato)

The Holy City - sung by Joseph Shore - A Cidade de Deus